Era sangue que nos unia,
mas teus atos eram veneno.
Um sorriso doce escondia uma alma cruel,
e tua loucura espalhava-se como uma chama invisível.
Tu te infiltraste nos cantos mais sagrados,
disseste palavras que corroíam lentamente.
Eu via o que fazias,
mas ninguém acreditava em mim,
pois tua dissimulação era tua arma mais letal.
Transformaste nossa casa em um campo de guerra,
onde ninguém sabia quem era inimigo ou aliado.
E quando a máscara caiu,
era tarde demais.
Agora, tudo o que resta são destroços,
uma família despedaçada pela serpente
que nunca soube amar.
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