Velejar a arte no sopro
Do sentir o vento empurrando o corpo
A velejar que me levo a distancias
Em tons de azul e nuancias
Mesclados com rubros do sol em instancias
Jamais conhecidas ou sentidas
Verdadeiras unicas, vividas
E visitando o mar me liberto
O mar não compete, é aberto
Velejando não tenho competidor
Canalizo tudo, angustia, amor e dor
E velejo por essa vida incerta
Com certeza de que me liberta
Meu mastro com a vela aberta
Soprando para sempre no alvo
Voltando mais calmo e a salvo
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Velejar
Postado por Ramirez às 11:32
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1 comentários:
então poderíamos velejar juntos, o que acha?
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