Se para cada petala de rosa
que arrancasse de uma roseira
surgisse frondoza e derradeira
a lagrima verdadeira
de estar longe de ti
eu faria
se de cada nuvem
pudesse extrair
o doce elixir
a culpa do martir
o cansaço de ir e vir
so para lhe ver sorrir
eu faria
se precisasse eu deixava
que me levassem tudo
a roupa do corpo
os bens materiais
as linhagens ancestrais
ate mesmo os prazeres carnais
eu faria
Não que seja certo, mas eu preciso, dia apos dia


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